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Rede de Divulgação da Cultura, das Artes e da Literatura Maranhense.

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manoel serrão da silveira lacerda

RESILIÊNCIA [SerrãoManoel]


RESILIÊNCIA
DE.: Manoel Serrão.

O alfaia a boca sem fala, a vírgula errada.
A decupagem, o angiopata, a ambigüidade.
Sinecura a incompletude urdido à imperfeição.
Úmbria a impermanência ungida a finitude.
O postar-se iluso, vate resíduo, o resiste sobre os contrários.
O d'antes dês visto o ainda agora
Continuar

Postado por manoel serrão da silveira lacerda em 6 novembro 2009 às 20:30

manoel serrão da silveira lacerda

ACRÔNIMO [SerrãoManoel]


AcrÔniMo
DE.: Manoel Serrão.

AvÉ EvA AvoN
AvE NovA AvaloN.
AvÉ ReVson VloN
AvE ReV ReVloN.

AvÉ Ep & Ep SoN
AvE SoN EpsoN.
AvE HanS H HanS
AvÉ“RouD SterN”HanS.

AvE Ave Chest - eR
AvÉ smart – eR AvÉ.
AvÉ W Red & SanS
AvE Red & BlacK JohnnY.

AvE/ blond/super/ bond/
AvE/ cola/ extra/ acrônimo/… Continuar

Postado por manoel serrão da silveira lacerda em 5 novembro 2009 às 23:00

João Batista do Lago

CHORO

CHORO
(Dedicado ao poeta Carlos Cunha [in memoria])

© DE João Batista do Lago

Sonhei-te por toda noite
Vagando esmo entre pensares
Assimétricos, mas escorreitos,
Lânguidos como a tísica doença que
Empoeira os pulmões do mundo.

Oh! Os velhos sinais dos tempos meus,
Que de tão meus prostraram por terra
Os tempos teus vazados pelos poros
Salientes de nossos corpos, dormentes
Nas frias madrugadas curitibanas,
Vão-se longes e distantes da
Ausente presencialidade que
Torpedeia… Continuar

Postado por João Batista do Lago em 30 outubro 2009 às 9:29 ‚Äî 1 Comentário

João Batista do Lago

SONETO QUEBRADO

SONETO QUEBRADO

© DE João Batista do Lago

Vasos quebrados (e)
Espalhados pela casa
Perseguem meus caminhares
Órfãos de emoções e razões

Oh! Madrugadas insólitas
Cosmopolitas
Vagas em mim como putas vagabundas
À procura duma naca de felicidade

Mas depois do gozo fatal
Emolduras-me nos umbrais dos esquecidos
Donde todos os meus silêncios são gritos adormecidos

Ecos que vibram na minha caverna
Solitária de emoções e razões
Onde apenas flores podres vicejam um pétala já morta

Postado por João Batista do Lago em 29 outubro 2009 às 10:00 ‚Äî 3 Comentários

Fórum

Bruno Anchieta

Se se morre de ausência...? 4 respostas 

Amélia que era mulher... Causou (des)compassos hormonais e espirtuais na principal voz do Romantismo Nacional... - Gonçalves Dias -. A questão é: O desejo nasce da falta como apregoava o psicanalis...

Iniciado por Bruno Anchieta em Romance. Última resposta de Poesia Maranhense 28 Jan.

João Bosco de Oliveira

Banho de Sol 3 respostas 

Abri um texto budista pela manhã cuja mensagem versava sobre o fato de sermos demasiadamente apegados. Ou somos apegados a pessoas (amigos, namorados, família e etc...), ou somos apegados a bens ma...

Iniciado por João Bosco de Oliveira em Romance. Última resposta de Zálya 30 Jan.

Ashera

Ashera Poesia 2 respostas 

Poema D'Alma lido por Paulo de Carvalho, escrito por Ashera Poema Desambiguação, lido por joão Batista do Lago, escrito por Ashera Os Poemas estão em mp3. Podem apenas ouvi-los ou salvar e guardar ...

Tag: carvalho, desambiguação, D'Alma, de, paulo

Iniciado por Ashera em Poesias. Última resposta de Heloisa B.P. 24 Jan.

João Bosco de Oliveira

Trecho do livro em gestação "Viagem a Terra do Nunca" 2 respostas 

Capítulo III Março de 1959 A Maria do Mato Acostumei-me, todas as vezes que ia para a casa de minha prima Lourdes, na Terra Vermelha, fazer uma parada para descanso no pequeno cemitério existent...

Iniciado por João Bosco de Oliveira em Poesias. Última resposta de João Bosco de Oliveira 30 Jan.

Vista aérea da Praia Grande (Projeto Reviver)

ODE A SÃO LUIS

© DE João Batista do Lago

Ó tu, leito-mãe dos Tupinambás
Reina dos mares do Sul, sois vós
Vitoriosa, oh! amada Upaon-açu
Carregas nome e cetro de realeza
N’alma, saber e virtude de Atenas
No peito, brasão de viva Natureza

Ó tu, São Luís – Ilha dos Amores! –
Amada de francos, lusos e neerlandeses
Sois vós o encanto de Arúspice
Profeta da vossa eterna glória e pureza:
- Vosso destino é conservar em si toda beleza
serás deste teu Orfeu a eterna Eurídice

Ó tu, São Luís – Jamaica brasileira –
Sou-vos grato pela vida inteira, pois
Sabei-vos de muitos ser uma só pessoa
Jamais vos deixaste vencer. Sois guerreira!
Ainda que vos queira estuprar o monstro da modernice
Haverá sempre um filho teu que não fugirá a luta

Ó tu, São Luís – Cidade dos Azulejos –
Perdoai o jugo da desgraçada sorte (e)
Tomai por exemplo o Cristo da hora da morte
Perdoai os filhos que vos sangra em realejos
Todos serão defenestrados, enfim, para que
Possamos amar-vos entre ruas e becos e azulejos

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1.- PoesiaMaranhense é uma rede sócio-cultural de divulgação da cultura, das artes e da literatura brasileira; e do idioma português;
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Obrigado a todos.
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